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Análise: Xenoblade Chronicles (Wii)

Xenoblade_box_artworkO DS reinou na 7ª geração de consoles com excelentes RPGs, principalmente os japoneses. Enquanto os consoles concorrentes d]se divertiram com RPGs tipicamente ocidentais, como Dark Souls e Skyrim, o Wii, já no fim de sua vida, recebe um game do gênero que pode facilmente ser considerado o melhor dessa geração de video-games de mesa. Xenoblade Chronicles é uma obra prima da Monolith, a mesma de Xenosaga, embora não haja nenhuma relação entre ambos. Embora o lançamento americano esteja marcado para Abril, o Nintendo Tudo traz a análise da versão européia e acredite: é fantástico!

 

Análise: The Legend of zelda: Ocarina of Time 3D (3DS)

zbTudo o que é bom dura o tempo necessário para se tornar inesquecível. É com essa citação que começa a análise do jogo mais esperado para o 3DS desde o lançamento do aparelho. The Legend of Zelda: Ocarina of Time foi lançado para o N64 em 1998. E agora, 13 anos depois, o título recebe uma digna remasterização. Ocarina of Time 3D mostra o potencial do 3DS rodando um dos melhores jogos da história em um portátil, mas também torna o clássico game ainda mais memorável. Se você já jogou, terá motivos de sobra para recomeçar a jornada na pele de Link. Se nunca jogou, tome vergonha na cara e comece sua aventura!

 

Para tornar esta análise ainda mais épica, leia ouvindo esta música.

Análise: Super Street Fighter IV: 3D Edition (3DS)

sf4-d-editonbox3dO namoro da Nintendo com a série Street Fighter é antigo, mas digamos que o casal resolveu “dar um tempo”. Normalmente, isso significa que o relacionamento acabou ali, mas, felizmente, o “tempo” finalmente acabou! Depois de passar em branco pelo Wii e DS, o sucesso Super Street Fighter IV ancora no 3DS como principal título de lançamento, apesar de ser um port. A franquia estreou no SNES com Street Fighter II, seguido pela série Street Fighter Alfa, mas depois abandonou os consoles Nintendo quase que por completo – exceto por uma ponta aqui e outra ali, como em Tatsunoko vs. Capcom (Wii), um excelente título. Com toda a grandiosidade das batalhas para consoles HD que nem o Wii suportou, o 3DS promete trazer a mesma experiência, só que na comodidade de um portátil, além de mostrar o potencial online do novo aparelho.

 

Análise: Donkey Kong Country Returns (Wii)

donkeykongcountryreturns_boxart1Donkey Kong Country Returns está para os DK Country originais assim como New Super Mario Bros. Wii está para o clássico Super Mario Bros.? De certa forma sim, mas essa simples frase não traduz toda a complexidade da mais nova empreitada da Nintendo com o macacão dos video-games. O ápice do personagem foi na série Country para o SNES, que teve três jogos que trouxerem gráficos pseudo-tridimensionais e uma trilha sonora memorável. Agora, a Nintendo aposta alto no quarto capítulo da saga, que, como o próprio nome já diz, “retorna” ao seu esplendor com DK Country Returns. Será que a Retro Studios (desenvolvedora) dará um novo gás à franquia esquecida como fez com Metroid ao lançar Metroid Prime?

 

 

Análise: The Sims 2 (DS)

Apesar de ter sido lançado em 2005, The Sims 2 para Nintendo DS é um título incrível. Se fôssemos dá-lo uma nota de 0 a 10, com certeza teríamos um 10 como resultado.The Sims 2 é mais um título de aventura da Eletronic Arts, que ao jogar consequentemente o jogador passa horas e horas em frente a telinha do DS, ação feita que quase automaticamente, pelo fato dele ser interessante, criativo e incansável de se jogar. Para entender o que estou querendo dizer, tente jogá-lo por apenas 5 minutos que terá o resultado.
Resumidamente, o jogo traça uma aventura onde você é o protagonista. No início, haverá de escolher seu personagem, o qual será até o final da história. No jogo, você será o dono de um hotel, podendo customizá-lo a seu gosto, fazendo com que mais pessoas se hospedem nele. Além disso, terá de cuidar de você mesmo, indo periodicamente ao banheiro e à cozinha para se alimentar.
Depois da história extremamente empolgante, vários outros aspectos fazem de The Sims 2 um título de sucesso, e você os confere abaixo em mais uma análise do Nintendo Tudo.

Análise: Nintendo 3DS

Famicom 3D System, Virtual Boy, Game Cube com capacidade de jogos em 3D e protótipos de Mario Kart Wii em 3 dimensões... Vamos concordar, levar os games à terceira dimensão é uma proposta antiga da Nintendo. Mas todos esses projetos ou não saíram do papel ou receberam pouquíssimos jogos, e isso por que não falamos do fracasso do Virtual Boy. Enfim, depois de muitos tropeços, a BigN apresenta a versão definitiva do 3D em seu mais novo com o Nintendo 3DS. Todo mundo já está careca de saber do potencial técnico alto do aparelho, de sua linha de jogos de peso e de todas as funcionalidades que ele traz, mas, afinal, ele é mesmo tudo o que promete? Estou com meu 3DS Aqua Blue em mãos e pronto para analisar de cabo a rabo o mais novo canivete suíço da Nintendo.

Análise: Need For Speed: Hot Pursuit


Plataforma: Xbox 360
Data de lancamento: 16 de Novembro de 2010 
Desenvolvedora: Criterion Games
Distribuidora: Eletronic Arts
Gênero: Corrida




Em mais um título da série ''Need for Speed'', a Criterion Games nos apresenta algo novo, puro e, cheio de velocidade, é claro. Desta vez o seu sobrenome não é ''Most Wanted'' ou outro do tipo. São duas palavras que nos dão uma ideia clara do que nos espera: Hot Pursuit.

 Como o próprio nome já diz, o título nos reserva elementos típicos de uma perseguicão, mas com melhorias nunca feitas nos jogos dessa série conhecida no mundo inteiro e que é inspirada em ''Burnout''.

Análise: Pro Evolution Soccer 2011


Plataforma: Xbox 360
Data de lançamento: 30 de setembro de 2010
Editora: Konami Digital Entertainment
Gênero: Esportes


A Konami, empresa responsável pela série conhecida como ''PES'', realizou o lançamento de mais um jogo dessa família: Pro Evolution Soccer 2011, ou somente PES 2011.

Esse título inédito traz uma nova era do futebol jogado no mundo inteiro, sendo o sucessor do PES 2010, mas com inovações nunca vistas antes.

_ASPECTOS BONS_____________________________INOVAÇÕES_______________________
 O primeiro aspecto bom do jogo é o fato dele possuir um novo design, contando com opções inéditas, como podermos disputar a Copa Santander Libertadores. E, como nas edições anteriores, o jogo se encontra totalmente em português.
 Na questão geral, o que melhor podemos destacar é a narração do jogo, muito bem feita e com um exelente reconhecimento dos dribles e das ações realizadas durante a partida.
 Esse aspecto é assim tão admirável pois há no título uma compatibilidade incrível entre a ação realizada e a narração feita pelo narrador, sendo, nesse caso, Sílvio Luiz.



_GRÁAFICOS_____________________________________________________________________
Em PES 2011, os gráficos são sim dos melhores, sem, por exemplo, haver o corpo dos jogadores passando um pelos outros, como se fossem fantasmas, o que é essencial para uma boa avaliação de um jogo. Há no cenário uma boa interação entre os objetos do gramado e da arquibancada. Dessa vez a parte dos gráficos e da interação se superaram como nunca e superaram os títulos anteriores.


_ASPECTOS RUINS__________________________JOGABILIDADE______________________
 O único defeito que encontramos no jogo está na questão da jogabilidade. Passes e dribles difíceis e controles confusos são fatos que ocorrem na maior parte das partidas, o que as torna extremamente difíceis para qualquer um.
 Com frequência, como já dito anteriormente, ocorrem erros na hora do passe, já que dependendo da força em que é pressionado o botão, a intensidade do toque na bola pode mudar na hora de entregá-la a outro jogador. Por causa desse aspecto, sem querer acabamos por entregar de bandeja a bola ao time adversário.


_CONCLUSÃO__________________________VALE A PENA?____________________________
 Se você deseja um jogo bom de verdade, PES 2011 não é a melhor escolha. Alguns aspectos bons, que eram para serem melhoras, acabam não agradando muito ao público e o jogo pode, por causa disso, até acabar no fundo da gaveta com o tempo. Com toda certeza, prefira outro título.

Análise: Naruto Shippuden Dragon Blade Chronicles



Plataforma: Wii
Data de lançamento: 16 de novembro de 2010
Editora: Tomy Corporation / Atlus
Produtora: Takara Tomy
Gênero: Ação





Agora, mais uma vez, Naruto Uzumaki, um ninja incrível que tracou seu caminho até hoje, está de volta em mais um jogo incrível de acão. Desta vez, ele não está sozinho, mas sim com um grupo bem formado, incluíndo Sakura, Kakashi, Yamato e Akari.

_ Modos de jogo ___________________________________________________________________
 
  No jogo, existem dois modos de jogo: Modo Multiplayer e modo História. No modo Multiplayer, quando conectado outro Wii Remote, é permitido ao jogador disputar lutas contra a pessoa associada ao outro controle.
  O modo história comeca quando Naruto salva Akari, menina que estava sendo atacada por alguns inimigos. Depois, conhecendo um pouco da história dela e ficando amigos, passou a entender que seu irmão estava disposto a dominar diversos dragões elementais de nomes Genryu para enfim destruir a Terra por vinganca pessoal. Em conta disso, no início da história, nosso herói Naruto é presenteado por Akari com uma Dragon Blade, um tipo de arma que causa efeitos nos Genryu, do contrário dos golpes e habilidades tradicionais.
  A partir desse acontecimento, o grupo já preparado parte para o monte Koryu a fim de encararem pessoalmente as ameacas dessa aventura, e tentarem impedir o irmão de Akari a realizar tal prosa dita anteriormente.
 Com cada vez mais inimigos e chefões, o jogo traca uma rota não tão difícil a ser feita, tornando extremamente fácil e cansativo o jogo.



 _ASPECTOS BONS_________________Uma nova história__________________________

Um dos aspectos bons do novo jogo é o fato de ele se tratar de uma nova história da série, jamais vista no mangá ou em outro meio. Trata-se basicamente de mais um motivo para que as pessoas se interessem mais pelo jogo, o que ajuda muito na escolha de um bom título para o console.



_Gráficos_________________________________________________________________________

Apesar de não serem dos melhores, os gráficos do jogo são bons, ainda com falhas, mas bem feitos e com um cenário de cores bem vivas. Resumidamente, é como um jogo tradicional de Wii, mas superior em alguns aspectos, como nos gráficos. Em Naruto Shippuden Dragon Blade Chronicles, há um melhor desempenho
dos gráficos, como todo jogo, com o uso da funcão HD para o console.



_ASPECTOS RUINS____________________Combates em câmera lenta_____________________

O primeiro aspecto ruim do jogo que iremos discutir é que podemos perceber em muitos momentos que as batalhas, de uma hora para a outra, há uma terrível queda de fps (quadros por segundo), o que nos atrapalha extremamente na hora de jogá-lo, dificultando as batalhas e principalmente as missões onde temos que correr de algo antes de um determinado tempo.


_Cenas de corte infinitas_____________________________________________________________

O pior aspecto do jogo, com certeza na opinião de todos, é que o intervalo de um diálogo para outro e de um diálogo para a acão do personagem demora cerca de anos. Por exemplo, existem intervalos que não duram menos que 15 segundos entre somente uma fala de alguém e outra fala ou acão. Isso que discutimos agora é inadimissível em um jogo que poderia melhorar muito nesse aspecto dos intervalos.


_Conclusão_________________________Vale a pena mesmo?_____________________________

Se vale a pena? Com certeza. Mesmo possuindo aspectos bem ruins, o jogo nos traz cada vez que jogamos, mais vontade de jogar, de saber o que irá acontecer, fazendo com que fiquemos cada vez mais grudados nas nossas televisões. Mais um ótimo título para Wii, e na nossa opinião, o melhor da série Naruto lancado para o console, pois tem uma história viciante. Se optar por comprá-lo, após zerar o game, pensará dessa maneira: "Realmente um ótimo título, valeu a pena a compra!"

Análise: Kinect - Um sonho realizado?

 A Microsoft finalmente nos apresentou algo que a anos não víamos. Dia 4 de Novembro de 2010, esse foi O dia. Foi um dia especial devido à Microsoft, somente à Microsoft.

 No dia 4 de Novembro, a Microsoft anunciou oficialmente o novo acessório para o Xbox 360 de nome Kinect. Ele permite a interacão do jogador em tempo real com o jogo, mas desta vez sem a utilizacão de nenhum controle, mas sim do nosso corpo, funcionando como o principal ''controle'' do jogo.
 Em seus dez primeiros dias de venda, o Kinect superou 1 milhão de unidades vendidas, o que mostra que a Microsoft apostou no acessório pensando principalmente na questão chave: a tecnologia. O produto chegou ao Brasil no dia 18 do mesmo mês, sendo totalmente em português e contando com uma série de novos jogos que o utilizem.
 O Kinect é um acessório feito para complementar o console Xbox 360, e é muito parecido com a Wii Balance Board para o Wii, pois alguns jogos funcionam somente com a utilizacão de ambos. Outro aspecto semelhante é que os dois necessitam movimentos físicos para jogar.
 Este incrível acessório conta com sensores de movimento e câmeras que permitem reconhecer a face do jogador e seu corpo, sendo essencial para o funcionamento dos jogos. Muitos estão reclamando de problemas no reconhecimento facial de algumas pessoas. Esse problema foi detectado pela Gamespot, mas novos testes mostraram que o Kinect reconhece e funciona com pessoas de todas as etnias, sem distincão, desde que haja uma boa luminosidade no lugar escolhido para se jogar.
 A Microsoft, como mencionado antes, disponibilizou jogos para o aparelho, no momento, 12. Na lista dos jogos estão Kinect Sports, Kinect Adventures!, Kinectimals, Dance Central, Your Shape: Fitness Elvolved, Kinect Joy Ride, Zumba Fitness, The Bigest Loser: Ultimate Workout, EA Sports Active 2, Sonic Free Riders, Figthers Uncaged e MotionSports.

 O que podemos perceber nesses jogos é que alguns são exclusivos para o Kinect, como Kinectimals e que já outros estão disponíveis para outros consoles, como Sonic Free Riders. Por enquanto, o estilo de alguns deles é basicamente o mesmo de Wii Sports, mas é claro, com mais melhorias.

Conclusão:

 Simplesmente, é um sonho realizado. Muito melhor que qualquer melhoria já apresentada, o Kinect deverá ser líder de vendas em todo o mundo e será com certeza uma coisa indispensável na vida de todos. Até quem não gosta de videogames vai se deixar levar por ele. Um aviso: Nintendo, é bom que o 3DS seja espetacular, pois uma nova concorrência acaba de surgir.

Análise: Toy Story 3 - Xbox 360

 Era inevitável que Toy Story 3 seria um videogame.É um grande filme que foi um sucesso nas bilheterias e as editoras de video games geralmente olham isso como uma chance de fazer um dinheiro rápido da popularidade de filmes.

 Geralmente quando isso acontece,o videogame representando o filme normalmente acaba por ser terrível, ou na melhor das hipóteses,medíocre.Há,no entanto,um jogo ocasional que quebra o molde e desta vez o jogo é Toy Story 3.Isso mesmo que está lendo,Toy Story 3 é um bom jogo.A Avalanche Software tomou a fonte material e criou uma experiência incrivelmente divertida que é dirigida às criancas,mas ainda assim agrádavel,não importando a idade do jogador.


 Toy Story 3 é dividido em dois modos de jogo.O primeiro modo é o modo história,que estabelece níveis baseados ou inspirados em partes do filme.Há também níveis que são adicionados à historia,e com isso você não estará certamente jogando somente o que aparece no filme.

 Infelizmente,existem apenas oito níveis no modo história e jogar através destes pode demorar cerca de três ou quatro horas.Uma coisa que nos chateia é que a Avalanche Software não fez mais porque alguns dos níveis são designados exepcionalmente bem.


 A maior parte do jogo é baseada em torno de plataformas, mas ele gera outras atividades em boa medida. Há um nível de Buzz Lightyear, que age como se os brinquedos estivessem jogando o game baseado no herói galáctico. Buzz deve voar para a base de Zurg evitando obstáculos e explodindo pedregulhos com seu laser.

Um problema com o modo de história não é apenas o comprimento no entanto,mas também a facilidade com que se resolvem as missões e níveis.Não há desafio real como tal. Existem momentos em que você vai morrer, porque você não sabia que teve de saltar em um determinado momento, mas o sistema de verificacão generoso e vidas infinitas permitirá ao jogador repetir sem qualquer tipo de resultado negativo.


Uma característica impressionante sobre Toy Story 3 é que todos os modos de jogo cooperativo podem ser
jogados com outro jogador. Melhor ainda,não existem trapaças reduzindo a experiência.O que realmente ajuda muito na questão de experiência é dividir a aventura com outro jogador e ainda na mesma tela,só que dividida em duas,facilitando a interacão entre os personagens,que no caso é alguém que está ao seu lado.


Resumindo,o jogo não vai explodir qualquer inteligência ou romper limites, em vez disso, vai dar às crianças,aos jovens e adultos,com certeza fãs da Pixar, uma experiência sólida e alegre. Para as crianças em particular, mas para todos os outros que, sem dúvida, se lembrarão de sua infância vivida a muito tempo.

Análise: Metroid: Other M

Hoje, dias 12 de outubro, iremos estrear uma novidade aqui no site.Essa novidade são as análises. Nada melhor do que ter uma avaliacão completa de um jogo antes de comprá-lo.Por isso,toda semana,iremos fazer essa avaliacão com um jogo,que com certeza,será aprovado por você.
 Para estrear as análises,escolhemos o jogo Metroid:Other M.

  Metroid:Other M,um jogo cheio de mistérios,drama e,muita adrenalina.Os gráficos são sensacionais para um jogo comum de Wii e a história pode ser resolvida com um pouco de facilidade gracas ao incrível controle que temos do personagem,sendo,neste caso,Samus.
  Na maior parte do jogo,temos a sensacão de estarmos realmente dentro do jogo,destacando principalmente seu gráfico,a jogabilidade e o poder de controle.A interacão com outros personagens nos combates acontece de forma muito interativa e sem muito mistério.
  Mais um título da série Metroid,é realmente o melhor deles,sem excessão.Muitas vezes,vocês podem ter afirmado: ''Ah,é mais um daqueles jogos que jogamos sem ânimo,só para passar o tempo...'' Mas não é isso o que acontece aqui. Pelo contrário,o jogo proporciona ânimo ao jogador à medida que ele vai se desempenhando bem e aos poucos,vai ganhando adrenalina e acaba que passa a não se separar mais dele, criando um sentimento de amizade entre ambos:o jogador e o jogo.

                                                  AVALIACÃO DO JOGO:

                                                              JOGABILIDADE: 7,5
                                                              INTERATIVIDADE: 8,0
                                                              HISTÓRIA: 7,5
                                                              GRÁFICOS: 8,0

                                                        RESULTADO FINAL: